Texto: Cristina Tolentino
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Seu teatro passou por várias fases. A fase do teatro Independente; a fase do Cricot 2 e o Teatro Informal, ligados “a pintura”; a fase do Teatro Zero, onde a ênfase era o objeto; Teatro happening; fase do Teatro da Morte; e finalmente, a fase do teatro espiritual. Em cada fase podemos perceber o caminho desse dramaturgo/encenador, sua relação com o texto, com o ator, com os objetos, com o espaço cênico, com o espectador.

