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Escher

A Magia de Escher


Palácio das Artes é ocupado com uma das exposições mais famosas do mundo


A Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, e também as galerias Arlinda Corrêa Lima e Genesco Murta recebem extenso e raro acervo de Escher


O infinito, os contrastes e principalmente a ilusão de ótica tão famosos na obra de Maurits Cornelis Escher, poderão ser conferidos de perto a partir desta sexta-feira, no Palácio das Artes.

A Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, e também as galerias Arlinda Corrêa Lima e Genesco Murta recebem extenso e raro acervo de Escher na mostra "A Magia de Escher", que se estende até 17 de novembro na capital.

Além da exposição de animações e gravuras do artista, a mostra convida o público a experimentar e desvendar os efeitos óticos e de espelhamento utilizados por Escher em seus trabalhos. Toda a exposição foi pensada para que os visitantes, de uma forma lúdica, atentem para as dimensões visuais criadas pelo artista, retratadas em xilogravuras e litogravuras.

Segundo o curador da mostra, Pieter Tjabbes, esta será possivelmente a última oportunidade do público apreciar esse número de obras reunidas fora da Fundação M. C. Escher (Holanda). Em virtude da fragilidade das gravuras, a fundação não poderá exibi-las por quatro anos, para a conservação das mesmas.

Sobre o artista

A relação de Escher com os trabalhos manuais, especialmente com a madeira, teve início ainda na infância, por incentivo dos pais. No colégio, o jovem começou a demonstrar o seu desejo em se profissionalizar na área e, com o apoio do professor de desenho, ingressou na Escola de Arte do Haarlem.

Em 1922, o artista se mudou para a Itália, onde encontrou as maiores fontes de inspiração de toda a sua carreira. As gravuras produzidas no período exprimem a perspectiva de Escher perante as paisagens italianas, muito menos monótonas que as planícies holandesas. E foi depositando suas memórias e experiências nas gravuras produzidas, que o artista desenvolveu suas marcas no trabalho com a xilogravura e litogravura.

O trabalho do gravurista destaca-se pela simultaneidade da perspectiva, a constante abordagem do infinito, o uso do positivo e negativo como intercambiáveis, entre outras características que resultam em um trabalho que desperta completo fascínio no espectador.

Exposição: A Magia de Escher
Local: Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Galeria Arlinda Corrêa Lima, Galeria Genesco Murta
Endereço: Av. Afonso Pena, 1.537, Centro, Belo Horizonte - MG
Data: De 20 de setembro, sexta a 17 de novembro
Horário: Terça a sábado, das 9h30 às 21h; domingo, das 16h às 21h
Ingressos: Gratuito
Info: (31) 3236-7400

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