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Lançamentos | Sugestões
Woodstock - Eles estiveram lá

Glastonbury, no interior da Inglaterra, é hoje, se não o maior, um dos maiores festivais a céu aberto do mundo. O evento, que ocorre anualmente em junho, não chega a alcançar um público total de 200 mil pessoas. Imagine 40 anos atrás um batalhão de 400 mil, 500 mil pessoas (o número exato é impossível afirmar) rumando para uma fazenda no interior do estado de Nova York que estava (mal) preparada para receber metade disso. Woodstock será sempre o mais importante dos festivais de música por vários motivos. Guerra do Vietnã em curso, assassinato de Martin Luther King um ano antes, contracultura no auge e, bem, um time que incluía Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Who, Carlos Santana, Joe Cocker, Joan Baez, Crosby, Stills, Nash and Young, entre muitos outros.

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“Woodstock” de Pete Fornatale (tradução de Jamari França, 318 páginas, R$ 49,90)
Pequenas Navegações – Cartas de amor
Lançamento do Livro e DVD


Poesia visual e grafonópticos, livro e vídeos.

Exibição dos vídeos e apresentação do trabalho pela filósofa Márcia Tiburi e a presença dos autores Paola Rettore, Marcelo Kraiser e da bailarina Izabel Stewart.

Pequenas Navegações – Cartas de amor
Autores: Paola Rettore e Marcelo Kraiser
Data: 19 de agosto de 2009, quarta-feira.
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Livraria Cultura, Bourbon Shopping Pompéia
Endereço: Rua Turiassú, 2100 - São Paulo/SP
Informações: 11 - 3868.5100

Mais informações: texto e vídeo
Em “O Sapo que Queria ser Príncipe”, Rubem Alves relata o drama do menino da roça que foi confrontado pelos hábitos da elite carioca. Obrigado a isolar-se, ele vivencia um misto de experiências, dentre elas a paixão pelo piano. Mais tarde, Rubem, então rapaz, se aprofunda no universo religioso, que o permitiu voltar às origens, em Minas, onde trabalhou em uma comunidade pobre. Estas memórias da adolescência e juventude do autor são contadas na obra como verdadeiras lições de vida.

Leia mais: Rubem Alves

Local: Gramde Teatro do Palácio das Artes
Endereço: Av. Afonso Pena, 1537, Centro - Belo Horizonte
Data: 16 de março
Horário: 19h30, segunda-feira
Preço do livro: R$34,90





Lançamento da 2ª Edição dos CD`s “TÁ NA HORA DE OUVIR E CANTAR HISTÓRIAS 1 E 2”, da escritora BEBETE ALVIM, com as narrações (com trilha sonora), as músicas (autoria e interpretação da autora) e os playbacks (com as letras para karaokê) de seus livros adotados em várias escolas do Brasil.

Projeto gráfico: Ana Paula (DigitalMaster / BH-MG).
Consultora vocal: Maria Alvim.

O Menino e a Lua, Um Chulé em Pés e A Borboleta de Gravata (Editora Paulus).

Gravado no Áudio Estúdios Replay (Belo Horizonte-MG): gravação e mixagem de João Saldanha / arranjos, trilhas e direção musical de Juarez Faria.
Produção independente de Bebete Alvim.


O Outro Lado do Lado e Vovô e o Gênio (Editora Scipione).

Gravado, em Belo Horizonte-MG, nos estúdios: Audioartte (trilha sonora, gravação e mixagem de Julianna Serra e Cláudio Dias) e Bemol (masterização de Ricardo Cheib).
Produção independente de Bebete Alvim em parceria com o estúdio Audioartte.

Para adquirir esses CD`s, acesse: www.bebetealvim.com.br ou entre em contato com a autora (31 3261.6993 / 9617.0609).
Bill Graham: minha vida dentro e fora do rock

Biografia revela efervescência cultural dos anos 60

O showbusiness é uma invenção norte-americana. E muito do que existe hoje se deve a um único homem: Bill Graham. Esse nome, para não-iniciados, não quer dizer muita coisa. Mas ele esteve em meio a tudo o que importa no meio do rock da década de 1960 até 1991, quando morreu em acidente de helicóptero. É o que mostra a biografia Bill Graham apresenta: Minha vida dentro e fora do rock, iniciada por ele e finalizada por Robert Greenfield, ex-editor da revista Rolling Stone e autor de vários livros, entre eles Uma temporada no inferno com os Rolling Stones – Exile on main st.

Sinopse

Título: Bill Graham: minha vida dentro e fora do rock
Autor: Robert Greenfield | Bill Graham
Editora: Brochura
Ano edição: 2008
Preço: entre R$46,00 a R$59,00
Idioma: Português
Tradução: Juliana Lemos
A pedra com o menino - Ronaldo Simões Coelho

As personagens desse livro vivem em uma pequena cidade do interior de Minas Gerais e, por meio de sua curiosidade, entre as brincadeiras, acabam conhecendo dois notáveis antepassados da região, Manuel da Costa Ataíde, o mestre Ataíde, e Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, os quais são grande expressão da riqueza da arte e da arquitetura nacionais, bem como da miscigenação ou "mistura brasileira".

Evento: Bienal do Livro - Lançamento do livro A pedra e o menino
Autor: Ronaldo Simões Coelho
Local: Expominas
Endereço: Av. Amazonas, 6.030 - Gameleira, Belo Horizonte
Estande: 38 (Paulus Editora), na rua C
Data: 20/05/08 - 10:00h. e 20:00h
Informações: Cibele (31) 3274.3299
Mário de Andrade, escritor das vanguardas, em nova edição

Obras 'Macunaíma', 'Amar, Verbo Intransitivo' e 'Os Filhos da Candinha' são relançadas pela editora Agir

SÃO PAULO - Era um homem muito peculiar - alto, lábios grossos, queixo proeminente, testa larga que revelava uma calvície avançada, gestos amplos, voz forte, Mário de Andrade (1893-1945) tinha o dom de reunir as pessoas. De corpo presente, nas inúmeras cartas que trocou ou em sua vasta obra, o escritor compartilhava sentimentos, alegrias e ansiedades, permitindo um enriquecimento intelectual mútuo. Se nem sempre criou textos excepcionais, Mário foi sempre brilhante por apontar novos rumos, como comprova a reedição de sua obra, trabalho agora assumido pela editora Agir.

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Ron Wood conta em livro loucuras dentro e fora dos Rolling Stones e compara show em Copacabana a droga

Jamari França - O Globo Online

RIO - O ''caçula'' dos Rolling Stones, o simpático Ron Wood, 60 anos, conta, em sua autobiografia "Ronnie", lançada há um mês na Inglaterra, que ao ver a multidão de 2 milhões de pessoas do alto de sua suíte no Copacabana Palace em 18 de fevereiro de 2006 (no livro está 2005), percebeu como tinha chegado longe desde seu nascimento de uma família de origem cigana numa casa pobre em Londres: "A expectativa e a adrenalina foram num crescendo até pisarmos no palco da praia de Copacabana. Atravessando a ponte que levava do hotel direto para o palco, havia um sentimento de euforia que nenhuma droga pode provocar. Nós desejamos boa sorte uns aos outros antes de entrar em cena, ou, como Keith Richards diria, abrir a gaiola", diz ele no prólogo.

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Manual recomenda 1001 discos para se ouvir antes de morrer
Jamari França - O Globo Online

Quem gosta de música como arte perene e não como diversão efêmera vai deitar e rolar com o almanaque "1001 discos para ouvir antes de morrer", um título provocativo para quem já tiver avançado na casa dos "enta", aquela que começa nos 40 e acaba depois da gente. O "livrinho" de 962 páginas pega dos anos 50 aos dias atuais, acompanhando a evolução do pop e do rock, em maioria anglo saxão, mas com inserções de outros gêneros como jazz, reggae e música brasileira. Além de comentar os discos, o livro abre as listas de músicas, o que acaba facilitando a busca para dowloads na internet.

Antes de cada capítulo por década, há uma lista de acontecimentos relevantes do período. Os anos 50, destacados pela vitória da revolução cubana, pela invenção do bambolê e pelo lançamento do primeiro satélite, tem destaques no rock do seminal disco de Elvis Presley para a RCA, em 1956, que tem "Blue suede shoes'' e "Tutti Frutti", apresentado como precário tecnicamente, mas pleno de magia. Mãe do rock, Little Richards aparece com "Here's Little Richards" (1957), com hinos como "Ready Teddy", "Jenny Jenny" e "Long tall sally". "This is Fats" (1956), de Fats Domino, é a segunda e última inclusão dos grandes mestres negros que influenciaram toda a geração inglesa dos anos 60. Curiosamente nada de Chuck Berry, o pai do rock. Mas constam grandes discos de jazz, como "Birth of the cool" (1957) e "Kind of Blue" (1959), de Miles Davis, "The atomic Mr. Basie" (1957), de Count Basie, "Lady in satin" (1958), de Billie Holiday, entre outros.

A seguir as recomendações de música brasileira e as dos anos 60 e 70:

Chico Buarque, Caetano Veloso e Mutantes entre as recomendações brasileiras
A invasão britânica e os grandes discos dos anos 60
Nos anos 70, progressivo, punk, eletrônico e glitter
AFRICA de Sebastião Salgado
O fotógrafo Sebastião Salgado lançou, dia 9 de novembro de 2007, o livro “África”, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo/SP.

O livro com as fotografias tiradas no continente africano é dividido em três partes. Na primeira, as imagens são do sul do continente, na segunda, fotos da região dos Grandes Lagos e na terceira parte as fotografias são da região Subsaariana.


A escritora Angela Leite de Souza completa 25 anos de carreira, e aproveita para convidá-los para o lançamento dos seus livros As duas vidas de Helena e Uma história Gigantesca onde haverá, de 6 a 31 de outubro, uma exposição retrospectiva de sua obra literária e de originais de suas ilustrações.

Local: Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte
Data: 06 de outubro (sábado), a partir das 10h
Endereço: Rua Carangola, 288 - térreo - Santo Antônio
Fone: 31 - 3277.8658 / 3277.8651
Visite site da Angela Leite de Souza

As duas vidas de Helena
Em sua nova escola, Helena tinha muita dificuldade em contar sua origem, seus sentimento e quem realmente era. Os colegas a achavam muito estranha, mas, com o tempo, entre as brincadeiras e conflitos da turma, as primeiras paixões, as experiências de comunicação pelos blogs, ela vai mudando, e também os preconceitos dos outros vão sendo superados.

Uma história Gigantesca
O que acontecerá com o Pai-Gigante que dormia com um olho só? O gigante que fingia não ter dó nem piedade? Novidade também quer a Mãe-Gigante: sonha em ser estrela de novela. A família toda exige: Novidade!
Nadja
André Breton
Tradução: Ivo Barroso
Apresentação: Eliane Robert Moraes
Posfácio: Annie Le Brun

Título chave no contexto surrealista e narrativa mais importante de André Breton, formando uma trinca com Les Vases communicants (1932) e L'Amour fou (1937), este romance, escrito em 1928, encena o encontro entre realidade e fantasia, característica desta vanguarda. Num local freqüentado por prostitutas e cartomantes, o narrador mergulha na convivência efêmera e tumultuada com a personagem-título, em meio ao labirinto urbano parisiense. Nadja, uma encarnação contemporânea do enigma e do mito, representa o princípio de liberdade em forma feminina e uma porta para além da banalidade. A atmosfera onírica registra os fragmentos do dia-a-dia em imagens produzidas a partir de destroços da realidade imediata, que buscam a correspondência dos objetos cotidianos com o mundo interior.
Vigésimo primeiro título da coleção Prosa do Mundo, este clássico moderno e inquietante tem nova edição brasileira com tradução cuidadosa de Ivo Barroso, apresentação de Eliane Robert Moraes, além de fortuna crítica, incluindo ensaios de Walter Benjamin e Maurice Blanchot, e bibliografia específica.
As mais belas histórias das Mil e uma Noites
Arnica Esterl (texto); Olga Dugina (ilustrações)
Tradução: Alexandre Flory

As cinco histórias clássicas aqui reunidas são protagonizadas por reis justos, princesas virtuosas, ladrões torpes e animais sagazes. Em Sherazade, uma inesgotável capacidade narrativa dribla o furor da desilusão do Rei para com as mulheres; em Ali Babá e os quarenta ladrões, a discrição de um irmão - somada à astúcia sem limites de sua criada - fazem-no acumular riquezas, enquanto a cobiça e a inveja do outro o aniquilam; em Do Boi e do Burro, dois animais disputam em esperteza, num duelo encantador; e ainda em O cavalo de ébano encontram-se princesas "belas como jardins floridos e brilhantes como a Lua em noites sem nuvens", príncipe corajoso, cavalo voador e vilão feio como "um avental amassado de um sapateiro". As mais belas histórias das Mil e uma Noites é um livro cujas imagens permanecem tão encantadoras e misteriosas quanto às primorosas ilustrações de Olga Dugina, que conferiu às histórias delicadeza e criatividade na dose certa.
Sertão Mar: Glauber Rocha e a estética da fome
Ismail Xavier
Posfácio: Leandro Saraiva

Na ocasião em que foi originalmente publicado, 1983, este estudo de Ismail Xavier, um dos mais produtivos estudiosos do cinema em atividade no Brasil, inovou ao propor uma análise histórica e teórica de filmes do cinema novo. Assim como Erich Auerbach encontrou em Hamlet as tensões sociais da Inglaterra elisabetana, Xavier procura as incongruências do Brasil na relação - nem sempre bem resolvida - do modernismo com a militância política presente na obra de Glauber Rocha. Para a análise, o autor contrapõe Barravento, primeiro longa-metragem de Glauber, de 1962, a O pagador de promessas, de Anselmo Duarte, lançado naquele mesmo ano; e Deus e o diabo na terra do sol (1964) a O cangaceiro, de Lima Barreto (1953). O texto que deu origem ao ensaio foi inicialmente concebido como uma tese de doutorado, apresentada na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, em 1979, sob a orientação inicial de Paulo Emílio Sales Gomes e, após sua morte, de Antonio Candido.
Tropicália - uma revolução na cultura brasileira
Carlos Basualdo (org.)

Mais do que o catálogo de Tropicália: uma revolução cultural no Brasil - exposição com itinerância internacional montada pelo Museu de Artes Contemporâneas de Chicago, com curadoria de Carlos Basualdo -, este livro apresenta um panorama da cultura brasileira no período entre 1967 e 1972 que abrange artes plásticas, música, cinema, arquitetura, teatro, design gráfico e moda.
A obra tem vocação para tornar-se uma referência sobre o movimento brasileiro Tropicália, contemporâneo dos movimentos artísticos de ruptura que irromperam no mundo inteiro nos anos 1960 e 1970.
Com uma seleção de textos históricos, imagens e ensaios de reflexão sobre o período, traz contribuições de especialistas nas diversas áreas da cultura brasileira, produzidas especialmente para o volume. Entre outros, podem ser lidos ensaios de Ivana Bentes, Celso Favaretto, Flora Süssekind, Christopher Dunn e Hermano Vianna, além do texto introdutório do curador Carlos Basualdo.
A seleção de textos históricos compreende desde textos e manifestos que, embora escritos anteriormente ao período compreendido, compartilham com o Tropicalismo o espírito crítico em relação à cultura brasileira, como o "Manifesto antropofágico", de Oswald de Andrade, "Vivência do Morro do Quieto", de Hélio Oiticica, e "Cultura e não cultura", de Lina Bo Bardi, até a seção que foi chamada, no livro, "Vozes da Tropicália", com os textos fundadores ou mais diretamente ligados ao movimento, como "O Rei da Vela: Manifesto do Oficina", de José Celso Martinez Corrêa, "A cruzada tropicalista", de Nelson Motta e "Tropicália", de Hélio Oiticica, entre outros. A última parte desta seleção traz textos que interpretam ou fazem um balanço do tropicalismo, alguns mais aderentes, outros mais críticos, porém que ainda guardam o calor do momento, como é o caso de "A explosão de Alegria, alegria", de Augusto de Campos, "Tropicalismo, antropologia, mito, ideograma", de Glauber Rocha, "Cultura e política", de Roberto Schwartz e "Que pensa você do teatro brasileiro", de Augusto Boal.
A obra inclui uma cronologia do movimento, estabelecida por Basualdo.

TIRAGEM LIMITADA
Lançamento em livro e CD conta a história do Genesis

Uma das grandes bandas do Rock Progressivo, o Genesis, lança no dia 06 de setembro o livro e CD “Chapter and Verse”, registro histórico que reúne todos os músicos que já tocaram no grupo, empresários e roadies contando suas histórias em mais de três décadas de banda.
Esse registro é a primeira vez em mais de 20 anos que Phil Collins, Peter Gabriel, Tony Banks e Mike Rutherford trabalham juntos. O livro traz dados e curiosidades sobre as turnês do grupo em todo o mundo, a história sobre a saída de Peter Gabriel e muita informação sobre a banda.
O Genesis começou no final dos anos 60 e já vendeu mais de 212 milhões de cópias de seus álbuns em todo o mundo.
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