Yeda Prates Bernis - escritora





Depoimentos



"Grão de arroz merece em tudo por tudo a linda e rara edição em que aparece: sem dúvida, a poesia de Yeda, que sempre amei, adquiriu novas raízes e nova expressão. Yeda a viu e sentiu em muitas coisas nas quais nenhum poeta encontrara ainda."

Abgar Renault



"...Abri seu livro e a primeira poesia restituiu-me a serenidade, deu-me novamente a visão das coisas belas e imutáveis. Tive a sensação que havia tocado a ternura e a pureza......"

"Yeda diz tudo o que tinha a dizer em perfeita unidade de forma e essência - alma e corpo na vida do poema.

Mas alma que não transborda, que não excede o continente de dimensões rigorosamente exatas para a substância nele contida. Para encerrar, direi que a poesia de Yeda é tão imperecível como o sentimento que mora no coração de cada ser humano - forma e substância da vida."

Adalgisa Nery



"Que lindo livro o Grão de Arroz.
Como você avançou e avança, cada vez mais, em contenção e beleza. Invejável, grego, moderno. Mediterrâneo, além, além de Minas."

Affonso Romano de Sant'anna



"Depois de ler seu livro fiquei com os olhos deslumbrados, pela visão de rastro de luz deixado no espaço por estréia cadente. Seus versos ao filho evocam Valmore e ficam em nossa lembrança como perfume de flor oculta em parque noturno..."

Agripa Vasconcelos



"O canto suave está nas côres do título. Mais cicios que gorjeios, ouve-se em paz umbrosa. Ainda quando se aprofunda, é poesia de superfície, no doce recorte tagoriano.

As palavras adejam levemente, sem crispações nem angústias. Querem só expressar a poesia da hora. Conseguem-no, com a graça alada que distingue a sensibilidade feminina.

Quem escreve O Sorriso de Meu Filho e Oferenda, além de tantos poemas, reúne a sua voz pessoal às outras da poesia brasileira. Acresce que a nítida apresentação dos temas descansa de uma escrita poética de segundas e terceiras intenções, hoje demasiado freqüente."

Aires da Mata Machado Filho



"Tenho lido e relido Grão de Arroz com o maior encantamento. É dos tais livros que deixamos à mão para poder abri-los quando vem o desejo de uma experiência poética que redima-o correr do dia. Afino muito com sua poesia, cujo convívio é para mim cheio de graça. Este livro, me parece, alcançou o limite admirável onde a poesia diz o máximo, o maior dos máximos, com o menor e mais perfeito dos mínimos."

Antônio Cândido



"...Belo livro de Poemas.
Eles são Poesia."

Augusto de Lima Júnior



"Seu Grão de Arroz é das criações poéticas mais delicadas que já se fizeram entre nós. Nada lhe falta, em emoção contida e limpidez de forma. Cada uma das pequenas composições cintila como pedra preciosa e ressoa como inefável melodia."

Carlos Drummond de Andrade



"Que beleza os seus hai-cais! É a poesia reduzida à sua essência. Você domina o gênero como ninguém."

Cyro dos Anjos



"... Os poemas de "Entre o Rosa e o Azul", libertando-se do virtuosismo afetado da forma, significam uma expressão livre e apaixonante. Neles a gente encontra o mais vivo e humano documento espiritual de um poeta..."

Dídimo Paiva



"... Yeda Prates Bernis sabe como ninguém prender um claro pensamento na trama sutil da poesia..."

Djalma Andrade



"Yeda trabalha desde a juventude o território da poesia, sem, no entanto, nunca publicar. Agora ela surge de corpo inteiro, num livro excelente, cuja poesia, embora feminina, traz a marca forte da originalidade e da verdadeira vocação poética."

Édison Moreira



"...Os poemas de "Entre o Rosa e o Azul", de Yeda Prates Bernis, andam em nossa emoção como água a correr. Com a mesma simplicidade, a mesma fluidez e o mesmo embalo natural porque extremamente simples. Esta a virtude maior de Yeda Prates, cantar num ritmo sem alardes, sem preciosismos formais..."

Euclides Marques Andrade



"Que coisa boa surgir um novo livro de autêntica (e inspirada) poesia! Li de uma só vez, reconfortado ao descobrir que Minas ainda produz grandes poetas."

Fernando Sabino



"Yeda foi minha aluna há muitos anos. Desde então pude notar sua sensibilidade, sua finura de espírito, seu harmonioso estilo de vida. Por isso não me surpreendeu quando me apresentou esta coletânea de versos de sua autoria: "Entre o Rosa e o Azul"."

Henriqueta Lisboa



"Yeda: Poesia para habitar corações!"

Henriqueta Lisboa



"Poucas vezes, na lírica feminina brasileira, terão alcançado a pureza, a depuração, a simplicidade, que Yeda Prates Bernis conseguiu em "Entre e Rosa e o Azul". Ela é autêntica poetisa. Não tem rebuscamentos, nem adjetivo burlado. Escoa, como água cristalina, de uma pureza de fazer inveja."

João Etienne Filho



"Li, reli, com o prazer de contemplar uma preciosidade e de possuí-la aos poucos. Impregnei-me de seus haicaiyedas.
Pendula é o ponto alto de uma obra, e poesia da melhor, da mais pura!"

João Luiz Lafetá



"A poesia tão feminina e sensível de Yeda lembra flor: simples, espontânea e pura, nítida em seus contornos, sem hermetismo nem mistério aparente. Flor, Poesia sempre..."

Lúcia Machado de Almeida



"Ler a poesia de Yeda é como estar em estado de graça."

Maria do Pilar Barbosa Ferreira



"...Ao lermos Yeda verificamos a impressão boa de que a inocência de intuitos e de inspiração é a compreensão cristã do mundo. Seu livro nos demonstra esta verdade esquecida por este nosso mundo louco: - O lar iluminado pelo amor é a casa da poesia..."

Mário Matos



"Quem, de olhos tranqüilos, ler, porventura, o livro "Entre o Rosa e o Azul", de Yeda Prates Bernis, será, logo de inicio, levado às regiões do encantamento puro, à esfera em que reina a alta poesia. E é certo que o encantamento irá crescendo em doçura e graça, à medida em que os temas se enriquecem das cousas sagradas, das que falam à alma e ao coração.

E mais. Pela simplicidade, levesa, diafaneidade de pensamento, o leitor perceberá que se encontra em esfera diferente, num mundo docemente estranho, dominado pela tonalidade suavíssima dos versos, como se penetrasse a região da alegria plena, de que fala Dante, l´ombra del beato regno."

Martins de OliveiraDante



"Foi uma grande dádiva de seu espírito, que lemos com real encanto. Sua poesia tem beleza e ternura que afagam o coração e a sensibilidade do leitor.

É rara, hoje, essa delicadeza do sentimento poético que, entretanto, não exclue a beleza da expressão. Lembramo-nos, diante de seu livro e de seu título, de um admirável trecho de Carlos Drummond de Andrade:

De cor de rosa e de azul claro ele pintou sua casa. De azul claro e de rosa devíamos, todos, revestir uma fração de nossa vida, já que não é possível pintá-la completamente de cores tão puras.

Creio que no seu caso a vida, e não uma fração dela, está toda pintada dessas cores puras. Daí o fino prazer que nos deu a leitura dos seus poemas."

Milton Campos



"A presença da inspiração da autora começa no título de seu livro "Entre o Rosa e o Azul" - polarização de matizes impregnados de suavidade e doçura - é um milagre de adequação do titulo à obra. Porque são de ternura, amor, carinho, enternecimento, de dores sem revolta, de preces, de recordação e de fé as belas mensagens da poetisa, destinadas a todos que têm sensibilidade."

Moacir Andrade



"Numa época em que a poesia se f echa num hermetismo obtuso, que, corta toda possibilidade de comunicação com o leitor, não lhe trazendo nenhuma mensagem de emoção e beleza, ou se apalhaça em malabarismos circenses, jogando com as palavras, idiotamente, é um prazer, sem dúvida, encontrar uma poesia, pura e cristalina, simples e delicada, como a dos versos de Yeda Prates Bernis, em que há cristalino frescor de fonte murmura e gorjeios canoros de passarinhos."

Oscar Mendes



"Para ter-se idéia da impregnação expressiva, num gênero, a que chegou a artista mineira, basta dizer que, conquanto já houvesse conquistado invejável nomeada como autora de obras poéticas do quilate de Palavra Ferida e de Pêndula, ela renunciou à prática da arte verbal segundo os módulos ocidentais, a fim de dar-se de corpo e alma ao magistério do bruxedo de Bashô, plasmando jóias a que assentaria como luvaadenominaçãohaicaiyedas."

Oswaldino Marques



"Ao ler a coletânea de poesias de Yeda Prates Bernis acorreu-me de imediato uma consideração de Baudelaire sôbre a essência da poesia:

"...nenhum poema será tão grande, tão nobre, tão verdadeiramente digno do nome de poema, quanto aquêle que fôr escrito unicamente pelo prazer de escrever um poema".

Os de Yeda seguramente possuem esta virtude que implica, a meu ver, noutra que exclui tôda a idéia de gratuidade, de mero passatempo, a necessidade de se comunicar com o próprio mundo interior. Daí o acento de sinceridade, a transparência e limpidez de sua expressão poética.

...Sempre me preocupei com a poesia da realidade. Encontro-a em grau intenso no livro de Yeda. De ponta a ponta ressuma, sem nunca se alienar num mundo estranho, a essência lírica do cotidiano. Soube captar com rara sensibilidade toda a ternura de ser mãe, a mulher sublimada pelo amor e o encantamento do universo mágico da criança."

Rui Flôres


 

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